quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Buenos Aires, aqui estamos nós!
Saímos de Fray Bentos em direção à Buenos Aires, a aduana fica muito próxima. Foram tres servidores do governo argentino para fazer o processo de imigração. O primeiro, pode ser rotulado como legítimo representante da arrogância portenha, os outros dois, tranquilos. Tá tudo certo, estamos de férias.
Ingressamos em terras argentinas pagando R$ 12,00 de pedágio, até Buenos Aires são mais dois, cada um no valor de R$ 6,00. Pelas estradas que os argentinos oferecem nesse trecho, poderiam cobrar bem mais. As estradas sáo ótimas.
Sai da fronteira com Uruguai em pista simples (muito boa) e logo se transforma em pista dupla, depois são tres faixas e meia hora antes de chegar a Buenos Aires, já se tem 5 pistas que vão e outras 5 em sentido contrário.
Conservacao, limpeza, sinalização, simplesmente impecável!
Trafegar com carro próprio no centro de BA nao é uma tarefa simples, o trânsito é intenso. Apesar disso, funciona!
A frota de veículos argentinos está renovada, (ainda se vê um outro Ford Falcon circulando, mas são raros)
esqueça aquela visão de 20 ou 30 anos atrás, quando os hermanos chegavam ao litoral de Santa Catarina com carros se arrastando e que mais pareciam ter saído de um desenho animado ou de um ferro velho.
O negócio é deixar o carro no estacionamento do hotel e andar a pé, taxi, metrô ou van fretada para os divresos pontos da cidade.
A Argentina merece um registro a parte pois impressionou muito bem desde o início. O trajeto que fizemos foi relativamente curto, menos de 600 km entre a fronteira do Uruguai até Buenos Aires (ida e volta). A primeira cidade que aparece no mapa argentino é Gualeguaychú. De lá até Buenos Aires o que se vê é muito campo e uma estrada muito bem conservada. Ela inicia em Gualeguaychú com pista simples, mas logo se transforma em pista dupla e segue assim até pouco mais de 100 km antes de Buenos Aires, quando são 3 e até 5 pistas. O asfalto é impecável, grande parte é de concreto e quase não se sente as imperfeições da pista. De toda a viagem, de longe as melhores pistas, onde se pode andar a até 130 km/h. Com poucos pedágios (são apenas 2), custando cada um apenas R$ 5,00, os argentinos fazem um ótimo serviço, tudo muito limpo, muito bem sinalizado, excelente pavimentação, dá gosto de ver.
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