quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Buenos Aires, perdeu um pouco do seu brilho nos últimos anos, mas continua belíssima, com grande parte de seus prédios históricos bem conservados, ruas arborizadas e limpas. Não vimos mendigos e pedintes na rua, mas perto de nós em três dias, pelo menos duas tentativas de furto (batedor de carteira), que felizmente acabaram mal sucedidas.
Dessa vez, encontramos preços muito altos na Argentina. Almoço para dois com 1 chopp e 1 água mineral, R$ 100,00. O jantar não foi diferente, as quantidades diminuíram e o preço aumentou, e muito. No geral, está tudo mais caro que no Brasil, inclusive roupas. Acabou a farra dos brasileiros!
Táxi em Buenos Aires
continua sendo mais barato que no Brasil
mas redobre a sua atenção com os taxistas, eles estão aprimorando as técnicas de levar mais dinheiro do turista. Pague somente o valor que for apresentado no taxímetro. Não existe acréscimo por mala ou número de passageiros. A bandeira 2 deles funciona das 24 às 6h e o acréscimo é de apenas 20% sobre o valor do taxímetro. Qualquer coisa a mais do que isso você estará sendo roubado. Sempre que possível, peça que o hotel lhe chame um táxi. Na rua, escolha os taxis que apresentam a inscrição “radio taxi” e que tenham o número do veículo estampado na tampa traseira do veículo. Antes de tomar o táxi, anote a placa do veículo e o número estampado na tampa traseira de forma que o motorista perceba que vc está anotando. Eles são capazes de inventar de tudo: podem lhe dizer, por exemplo, que a nota de 50 que vc lhe deu está rasgada e não pode aceitá-la. A sacanagem (1) é a seguinte: vc entrega uma nota de 50 boa, o taxista embolsa a sua nota e troca a nota por uma de 50 rasgada em uma das pontas, porém falsa. A sacanagem (2) é a seguinte: A corrida custa 60 pesos. Você entrega uma nota de 50 e outra de 10. O taxista diz que a nota de 50 não pode ser aceita, pois está rasgada. Você pega a de 50 de volta e lhe dá uma de 100. O cara diz que faltam 50, porque você só deu 10 para ele (quando na verdade tinha dado 100). Começa a discussão e eles sempre se tornam muito “seguros” do que dizem e são muito, muito rápidos. Aí a solução é a seguinte: permaneça dentro do carro, tire a máquina fotográfica do bolso e fotografe o malandro junto com o taxímetro e o valor que lá aparece e diga que vai chamar a policia. Normalmente eles desfazem imediatamente toda a caca que fizeram, ou pelo menos boa parte dela. Por mais que lhe dê vontade de encher a cara do sujeito de porrada, sugiro que se contenha, taxista é o que não falta em Buenos Aires. Isso aconteceu conosco, mas tem outras sacanagens!
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